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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Lançamentos da editora Intrínseca [JANEIRO]

2 comentários:
Bom dia gente! Esse post era para ter saído ontem, mas eu acabei salvando nos rascunhos e esquecendo de programar a publicação. Mas não têm importância, hoje eu trouxe os lançamentos da editora Intrínseca. Deem uma olhada que têm bastante coisa boa.

A menina que roubava livros, de Markus Zusak





O livro ganhou edição especial com capa inspirada no pôster da adaptação cinematográfica. Na obra, a vida de Liesel Meminger é contada pela Morte, uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática, que acompanha os passos da menina de 1939 a 1943.
Liesel foi enviada pela mãe para uma cidade alemã na tentativa de salvá-la dos nazistas, que a perseguiam. A menina é adotada por um casal alemão numa cidadezinha perto de Munique e lá Liesel recomeça a vida, aprende a ler com o pai adotivo, ajuda a esconder um judeu no porão de casa e aprende o valor das histórias. Em A menina que roubava livros, o leitor entra em contato com medo, coragem, crueldade e generosidade que fascinam a humanidade.


sábado, 23 de novembro de 2013

A Menina Que Roubava Livros, Markus Zusak

5 comentários:

Autor: Markus Zusak
Ano: 2007
Editora: Intrínseca
Páginas: 480
ISBN: 978-85-98078-17-5
Sinopse: A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

Para começar, eu terminei de ler esse livro semana passada depois de passar longos dois meses enrolando essa leitura (foi o livro que mais demorei a terminar) e até agora eu não sei porque, visto que a história é fantástica e emocionante. E sim, eu devo ser uma das únicas atrasadas que ainda não tinha feito isso.

Confesso que não sei como escrever essa resenha, se sigo um caminho mais técnico ou um mais emocional. Porque das duas maneiras o livro me tocou, principalmente na última. Mas vou tentar fazer meu melhor.