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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Através do Tempo: As Cartas Portuguesas, de Mariana Alcoforado

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Depois de passar muito tempo sem publicar no blog pelos motivos que já citei no post anterior, eu volto ao blog trazendo para vocês uma leitura que fiz para a faculdade, e que de certa marcou meu semestre: As Cartas Portuguesas da sóror Mariana Alcoforado. 

O livro epistolar, como diz o próprio título, foi publicado inicialmente em Paris, em 1669, com o título Lettres Portugaises Traduites em François (tradução: Cartas Portuguesas Traduzidas em Francês), por Claude Barbin. No mesmo ano, uma segunda edição foi publicada, revelando o nome de Gabriel de Guilleragues como tradutor. A partir de então as cartas passaram a fazer sucesso pela França e Europa, ganhando diversas edições, até finalmente ser publicada em Portugal, terra onde teriam sido escritas pela jovem freira, Mariana Alcoforado ao seu grande amor, o oficial francês Chamilly.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Através do Tempo - Senhora, José de Alencar

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Durante uma semana eu avaliei e reavaliei com qual livro eu reestrearia a coluna Através do Tempo. Vários passaram pela minha cabeça, mas eu pensei que seria legal começar com título nacional. Afinal, a nossa literatura, por vezes, acaba sendo rechaçada pelos atuais leitores, que a julgam chata e antiquada. Eu comecei com literatura brasileira e ao contrário da maioria, acho os nossos clássicos tão legais quanto os Best-Sellers que circulam por aí. E pensando nisso, eu resolvi falar sobre um livro, que na minha opinião, é um dos melhores romances da literatura brasileira, tanto pela ousadia, quanto pelo enredo. Este livro é Senhora, de José de Alencar, um dos meus clássicos preferidos.



Sinopse: Aurélia Camargo, filha de uma pobre costureira e órfã de pai, apaixonou-se por Fernando Seixas – homem ambicioso - a quem namorou. Este, porém, desfez a relação, movido pela vontade de se casar com uma moça rica, Adelaide Amaral, e pelo dote ao qual teria direito de receber. Passado algum tempo, Aurélia, já órfã de mãe também, recebe uma grande herança do avô e ascende socialmente. Passa, pois, a ser figura de destaque nos eventos da sociedade da época. Dividida entre o amor e o orgulho ferido, ela encarrega seu tutor e tio, Lemos, de negociar seu casamento com Fernando por um dote de cem contos de réis. O acordo realizado inclui, como uma de suas cláusulas, o desconhecimento da identidade da noiva por parte do contratado até as vésperas do casamento. Ao descobrir que sua noiva é Aurélia, Fernando se sente um felizardo, pois, na verdade, nunca deixara de amá-la. E abre seu coração para ela. A jovem, porém, na noite de núpcias, deixa claro: "comprou-o" para representar o papel de marido que uma mulher na sua posição social deve ter. Dormiram em quartos separados. Aurélia não só não pretende entregar-se a ele, como aproveita as oportunidades que o cotidiano lhe oferece para criticá-lo com ironia. Durante meses, uma relação conjugal marcada pelas ofensas e o sarcasmo se desenvolve entre os dois.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O Médico e o Monstro, de Robert L. Stevenson

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Olá meus queridos! Hoje eu vou estrear nossa coluna de Clássicos com um livro que eu particularmente amo muito, e que em minha opinião tem que ser lido pelo menos uma vez na vida. O Médico e o Monstro (Título original: Strenge Case of Dr. Jeyll and Mr Hyde) foi escrito pelo escocês Robert Louis Stevenson, mesmo autor de A Ilha do Tesouro.