Mostrando postagens com marcador Rocco Jovens Leitores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rocco Jovens Leitores. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Lançamentos do Mês: Rocco em janeiro

Nenhum comentário:
Olá meus leitores!

E mais uma editora nos mostrou os seus primeiros lançamentos do ano. Dessa vez a notícia veio da Rocco, que divulgou em sua página os livros que chegam às livrarias em janeiro, através dos selos Rocco Jovens Leitores e Rocco Pequenos Leitores. Também irei apresentar os demais lançamentos da Rocco, esses mais voltados para o público adulto.



Vamos dar uma olhada no que a editora nos trará esse mês?


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Lançamentos do Mês - Rocco (Parte 2)

Nenhum comentário:
Estou de volta para postar a segunda parte dos lançamentos editoriais da Rocco para agosto. Trago agora as novidades dos selos da editora: Rocco Jovens Leitores, Fantástica e Rocco Digital. Confesso que eu fiquei mais interessada nos livros da Fantástica. Já viram como a capa de O Reino das vozes que não se calam é linda?


  • Fantástica




CEMITÉRIOS DE DRAGÕES - Legado ranger 1, de Raphael Draccon
Cemitérios de dragões é a aguardada estreia de Raphael Draccon na Rocco e marca o lançamento do selo Fantástica, voltado para obras de fantasia, terror e ficção científica. Nesta obra, Draccon mostra novamente por que é um dos principais nomes da fantasia nacional. Com maestria, apresenta aos leitores uma aventura alucinante, onde cinco humanos (um militar americano, uma refugiada ruandesa, uma garçonete irlandesa, um dublê francês e um hacker brasileiro) se veem no meio de uma batalha insana de uma dimensão assolada pela escravidão. Demônios, dragões, homens-leões e heróis de metal se enfrentam numa guerra que pode afetar outras dimensões.
Ritmo alucinante, ação crescente, repleto de referências pop e com uma pegada sombria e violenta, mas inspirada nos seriados japoneses que fizeram enorme sucesso nas décadas de 1980 e 1990, como Jaspion, Changeman, Flashman, Spectreman, entre outros, Cemitérios de Dragões é mais um sucesso de Raphael Draccon e o começo de um universo que promete muitas aventuras e vai arrebatar os fãs de fantasia.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Lançamentos de Fevereiro - Editora Rocco

Nenhum comentário:
Confiram as novidades da editora Rocco para o mês de Fevereiro.



Fogo Alto, de Janet Evanovich

A personagem mais famosa de Janet Evanovich está de volta. Em Fogo alto, a caçadora de recompensas Stephanie Plum não só tem que lidar com um urso dançarino e um vampiro, como vê seu complicado triângulo amoroso se transformar em um quadrado amoroso de matar. Autora de mais de 30 livros, Janet Evanovich já vendeu mais de 45 milhões de exemplares de suas séries policiais temperadas com muito humor e personagens nada convencionais. Fogo Alto é mais um livro da série Stephanie Plum, cujo primeiro título ganhou as telonas com o filme Como agarrar meu ex-namorado (2012), com Katherine Heigl (Grey's Anatomy) no papel principal.




O rapto do galo - Fabiana Karla

Em sua estreia literária, Fabiana Karla homenageia a cultura de sua terra natal, apresentando um desfile de personagens e tradições. Com a mesma leveza e humor que caracterizam seu trabalho como atriz, a autora transporta os leitores para as ruas de Recife, com seus bonecos gigantes, passistas de frevo e o batuque do maracatu. Escrito em rimas, O rapto do galo é um cordel contemporâneo enriquecido pelas ilustrações da vencedora do Jabuti e uma das selecionadas para participar da próxima Feira de Bolonha, Rosinha.





Jardim do pesadelo - Código de ferro - Livro 02 - Caitlin Kittredge

Jardim do pesadelo é a aguardada continuação de Espinho de ferro, que foi indicado ao título de melhor livro do ano pelo site americano GoodReads. Tudo o que a jovem Aoife Grayson achou que conhecia sobre o mundo é uma mentira. Agora ela é uma fugitiva prestes a perceber que a destruição do Engenho de Lovecraft foi apenas o início de um cataclismo. Uma figura misteriosa surge. A Irmandade do Ferro guarda o segredo que pode trazer ordem ao mundo novamente. A série marca a estreia de Caitlin Kittredge na ficção juvenil.






Guardiões sombrios  (Livro 02) - Os segredos de Wintercraft, de Jenna Burtenshaw

Magia, mistério e ação neste segundo volume da série de estreia da inglesa Jenna Burtenshaw. Acusada de assassinato, a poderosa Kate Winters está no alvo de uma ameaça diabólica dos Guardiões Sombrios, que também estão caçando Silas. O tempo está se esgotando e o jovem casal terá de lutar contra a teia ardilosa que cerca Wintercraft. Seguindo a tradição das grandes obras de fantasia contemporâneas, a autora apresenta um universo incrível e rico em detalhes no segundo volume da série O segredo de Wintercraft.


Bruxa - Um feriado assombroso a floresta, de André Vianco

O consagrado autor paulista André Vianco, conhecido como "o senhor dos vampiros", estreou na literatura infantojuvenil com a coleção Meus Queridos Monstrinhos. Bruxa é o segundo volume da série que conquista em cheio os pequenos leitores com fábulas ilustradas de arrepiar! Neste livro, o escritor narra a aventura de Pedro e Bia em um antigo casarão do avô dela, bem no meio da floresta, marcado por lendas e histórias assustadoras. Será que o casarão era mesmo assombrado?





As irmãs e o mar, de Lucy Clarke

A rotina de Katie é abalada com a trágica notícia de que sua irmã mais nova foi encontrada morta em Bali. Os policiais afirmam se tratar de suicídio, mas Katie não aceita que a aventureira Mia seja capaz de tirar a própria vida. Na tentativa de entender o que aconteceu, Katie refaz a trajetória de Mia, da costa oeste dos Estados Unidos, passando por Austrália e Nova Zelândia, usando o diário da irmã como guia. Nesta viagem de autoconhecimento empreendida por Katie, a perda, o luto e a culpa são entremeados por recordações de infância, histórias de amor, praias paradisíacas e descobertas à beira-mar. Um chick lit encantador, capaz de seduzir o leitor em busca de uma boa história de aventura, romance e mistério.




Os hungareses, de Suzana Montoro

Ganhadora do Prêmio São Paulo de Literatura, na categoria estreante, Suzana Montoro arrebatou o júri com Os hungareses, romance que retrata, de forma original e delicada, a saga de imigrantes húngaros que se estabeleceram no Brasil depois da Primeira Guerra Mundial (1914-1918). A obra, reeditada agora pela Rocco, conta a história de Rozália, "uma mulher magra, muito magra, de aparência frágil", natural de um vilarejo incrustado nos Bálcãs, na bacia do Danúbio. Um dia, o povoado virou iugoslavo, dando início à imigração do povo húngaro para outras partes do mundo. Rozália e sua família, como outros tantos hungareses, veio para o Brasil, tempos depois. Para escrever o livro, Suzana Montoro passou 15 anos colhendo depoimentos de uma comunidade húngara no interior de São Paulo.


Esses são os lançamentos da Rocco para fevereiro. Comente o que você achou deles.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Trilogia Divergente - Insurgente , de Veronica Roth

5 comentários:
Bom dia Leitores!
Ufa, finalmente eu voltei com alguma resenha. E não é por falta de leitura não, porque já estou no quarto livro desse ano, mas por falta de tempo mesmo. Mas nada melhor do que começar com esse livro maravilhoso que li essa semana. Vamos lá?!





Autor: Veronica Roth
Serie: Divergente
Editora: Rocco Jovens Leitores
Tradução: Lucas Peterson
Páginas: 512
ISBN: 978-85-7980-155-6 Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a aguardada continuação da bem-sucedida série de distopia que conquistou os fãs de Jogos Vorazes e alcançou o primeiro lugar na disputada lista dos mais vendidos do The New York Times, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.


Insurgente é a continuação da trilogia distópica escrita por Veronica Roth, iniciada com Divergente. Neste livro, Tris precisa lidar com seus medos e traumas gerados principalmente pelos acontecimentos do livro anterior, os muitos conflitos com seu namorado Tobias, a culpa pela morte de um de seus melhores amigos e a busca por desvendar os planos de Jeanine e os membros da Erudição que continuam caçando os Divergentes.
"A tristeza não é tão pesada quanto a culpa, mas rouba mais de nós."

Bem, não é segredo que essa trilogia é uma das minhas preferidas. E do mesmo modo como devorei Divergente em dois dias, eu fiz isso com este livro. Havia momentos que eu simplesmente não conseguia largar o livro por mais tarde que fosse, ou até mesmo quando tinha que fazer algum trabalho escolar importante (sim, já voltei a luta diária de estudos). A Veronica continua com uma escrita impecável, sem perder o foco da história e com uma narrativa em primeira pessoa que não a torna cansativa. A falta de profundidade no romance é bem balanceada com todos os conflitos internos pelos quais a personagem está passando e as dosagens de ação bem intercaladas no livro são de bem escritas, tornando o ritmo da leitura rápido e envolvente. E ela continua tão impiedosa quanto primeiro livro. Em cada cena de ação ou movimento do livro ocorreu pelo menos uma morte.

"Como um animal selvagem, a verdade é preciosa demais para ser mantida aprisionada." pag. 09

O enredo é bom, mas eu acho que a autora pesou um pouco a mão nas brigas constantes entre o casal protagonista. Isso me chateou em muitos momentos, pois eu amo eles juntos, e toda vez que o Tobias vinha com uma reclamação diferente sobre a Tris, eu ficava com raiva e com o coração apertado. Essas brigas, no entanto não acontecem totalmente gratuitas, e na sua maioria porque ambos sofrem um afastamento devido os segredos que escondem um do outro e as discordâncias quanto ao modo de reagir aos atos de Jeanine. Muito gente pode discordar de mim no que vou afirmar, mas eu fiquei muito furiosa com Tobias e totalmente do lado da Tris nas suas atitudes. Ela pode ter parecido imprudente em muitos momentos, mas em nenhum deles ela estava errada, como aconteceu o livro praticamente inteiro com ele, que além de ser teimoso, não dava ouvidos ao que ela tentava adverti-lo, tendo muitas vezes que agir sozinha para evitar que as escolhas dele não acabassem estragando tudo. Gosto da teimosia dela, da atitude e do lado completamente humano dela. Ao contrário de muitos personagens, ela é sim muito corajosa. Minha opinião. Mas mesmo com tantas brigas, houve alguns momentos fofos com eles.

"- Você ficaria bem. - não olho para ele. Encaro sua camiseta por entre meus dedos e a tinta preta na curva de seu pescoço, mas não olho para seu rosto. - A princípio, não. Mas você seguiria em frente e faria o que precisa ser feito. Ele envolve minha cintura com um dos braços e me puxa para perto. - Isso é uma mentira - diz ele, antes de me beijar novamente." pag. 306

Mas saindo da parte do romance, o que também me chamou  atenção é como a Veronica consegue transmitir para o leitor de maneira sucinta e clara, que numa revolta, os dois lados cometem erros a atrocidades que momentos antes discordava, usando da mesma moeda suja para tentar instalar a ordem sejam elas por boas intenções ou por senso de justiça. Levando você a refletir o quanto num conflito social, não existem bonzinhos ou maus, apenas humanos lutando pelos seus ideais e sobrevivência.

"Mas se lembre de que, às vezes, as pessoas que você oprime tornam-se mais poderosas do que você gostaria." pag. 502
Surgiram muitos personagens novos, outros presentes em Divergente voltaram e muitos me arrancaram sorrisos e lágrimas na hora de suas mortes, todas muito bem encaixadas. Outros me surpreenderam completamente com suas reviravoltas. Máscaras caindo e revelando pessoas boas que não são boas assim e gente com pinta de mal tomando uma atitude heroica e salvando a vida de quem tanto odeia. Sim, eu fiquei super feliz com essa última, espero que esse personagem não mude de lado novo. Alguns me irritaram e me decepcionaram muito (tsc Tobias tsc Tori tsc).

"Solto uma risada sem alegria, uma risada louca. Saboreio sua expressão irada e o ódio em seus olhos. Ela era como uma máquina, fria e sem emoção, movida unicamente pela lógica. E eu a quebrei." pag. 368

Por mais que Divergente tenha terminado com um gostinho de quero mais, não se compara ao final de Insurgente, que acabou de repente no meio de uma revelação que não dá para saber se é boa ou ruim, numa situação que parentava ser bem perigosa, me deixando muito ansiosa por Convergente. J

"Descobri que as pessoas são compostas de camadas e mais camadas de segredos. Você pode achar que as conhece, que as entende, mas seus motivos estão sempre ocultos, enterrados em seus próprios corações. Você nunca as conhecerá de verdade, mas às vezes decide confiar nelas." pag. 498

Enfim, Insurgente é um ótimo livro, e não deixa muito o que desejar. E que venha março para eu pôr as mão no desfecho dessa trilogia que eu amo tanto.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Divulgada data de lançamento de Convergente

Nenhum comentário:
E as notícias dessa semana não param por aí. Ontem (dia 15) a editora Rocco revelou em seu Facebook a data de lançamento de Convergente, escrito por Veronica Roth e os sites onde o livro já está em pré-venda. O livro é o desfecho da trilogia distópica Divergente e será lançado no Brasil no dia 10 de março.


Sinopse: Uma escolha irá te definir. E se todo o seu mundo fosse uma mentira? E se uma única revelação - assim como uma única escolha - mudasse tudo? E se o amor e a lealdade fizessem você fazer coisas que jamais esperaria? A conclusão explosiva para a trilogia Divergente, bestseller mais vendidos do New York Times, revela os segredos de um mundo distópico que cativou milhões de leitores em "Divergente" e "Insurgente"!

Confiram o print da publicação no Facebook da editora os locais onde o livro já está em pré-venda:

domingo, 8 de dezembro de 2013

A Esperança – Trilogia Jogos Vorazes, de Suzanne Collins [Resenha]

2 comentários:


Autor: Suzanne Collins
Série: Jogos Vorazes
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 424
ISBN: 978-85-7980-086-3

Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra?


Hoje eu trago para vocês a resenha de A Esperança, livro que encerra a trilogia distopica mais badalada dos últimos tempos escrita pela americana Suzanne Collins.

Esta resenha contém spoilers dos livros anteriores (Jogos Vorazes e Em Chamas)

Neste livro Katniss passa por um mal bocado. Depois de descobrir que o seu querido distrito 12 foi bombardeado e reduzido ao pó, ela tem que lidar com a pressão de ser o tordo, símbolo da revolta, que o distrito 13 – até então tido como extinto, mas que voltou para derrotar a Capital – precisa apresentar para os rebeldes. Abalada física e psicologicamente depois de passar por duas edições dos Jogos Vorazes e com a preocupação por Peeta, que está sob o domínio da Capital sendo torturado, ela acaba ficando mais confusa e arredia... Afinal, será que ela deve confiar na Presidente do Distrito 13, Coin? E até mesmo Gale parece não ser a melhor em quem ela pode depositar a sua confiança, já que ele está cada vez mais envolvido na guerra e na elaboração de estratégia para vencê-la.

Depois do final surpreendente de Em Chamas, era de se esperar que este fosse acompanhar o mesmo fogo do seu antecessor, ate mesmo por causa da revolução e do desaparecimento de Peeta, mas infelizmente eu me decepcionei um pouco. Não me julguem pelo que vou dizer, mas me pareceu que o livro foi escrito às pressas, prejudicando o aperfeiçoamento de alguns detalhes e o prazer da leitura. Não sei se é porque essa foi a primeira distopia que eu finalizo, mas eu achei certas coisas um pouco confusas e outras pouco explicadas. Principalmente sobre a situação final de Panem.

Entre os personagens, tenho que dizer que se nos outros livros eu já não simpatizava muito com Gale, nesse livro eu basicamente o odiei do começo ao fim. Eu preferia que ele tivesse morrido, para ver se ele tinha algum sentido, além de ser o grande amor da vida melhor amigo da Katniss e um garoto rebelde e até mesmo cruel. Nisso, eu continuei torcendo muito por Peeta, que me deixou morrendo de pena. Achei que a autora foi bem cruel com ele deixando-o louco em boa parte do livro, mas não discuto as suas razões por ter feito isso. Quanto a Katniss, minhas opiniões pouco mudaram sobre ela, a não ser o fato de que ela ficou mais intragável em alguns aspectos. Mas de certa forma é compreensível tanta chatice, afinal, ela esta transtornada e sob muita pressão. Ainda assim, achei que isso descaracterizou muito a figura de garota de personalidade forte e corajosa. Ela me pareceu muito submissa aos jogos Presidente Coin, embora ainda tivesse aquela teimosia que se registrou como a sua marca pessoal. 

Uma coisa boa do livro, é que de certa forma ela desenvolveu a revolução, em sua maioria, de maneira adequada. Mostrando o quanto guerras são desumanas e muitas vezes sem razão. O que não gostei aqui, foi que no final, quando eu pensei que a Katniss teria algum papel efetivo e ativo na tomada da Capital, isso foi roubado do leitor. Sinto muito pelo que vou dizer, mas o que aconteceu ali foi uma merda porcaria. E a solução dos conflitos dela com o 13 também poderiam ter sido mais bem elaborados e tratados no livro. Faltou aprofundamento no final. Afinal, como ficou Panem após a Revolução? Quanto ao desfecho do romance da história, bem teve acertos, porém mais uma vez os erros se sobressaíram. Eu tive a impressão de que ela resolveu o problema do triângulo de uma forma contraditória às atitudes da própria Katniss (me pareceu que ela escolheu aquele que ficou com ela, mas não necessariamente quem ela queria), mesmo que tenha sido o final que eu tanto torci. O lado bom foi que ela pelo menos ela não parou a história no “Eu te amo” e “Vamos viver felizes para sempre”. Ela foi um pouco além, mesmo que tenha sido pelas beiradas, ela relatou o que veio depois.

O que eu posso acrescentar para não me estender mais nesse texto, é que em comparação com os outros livros, A Esperança é o mais diferente, e também o menos trabalhado. Para o que foi visto nos outros dois, eu esperava bem mais deste e saí decepcionada. Mesmo assim eu aconselho que leiam por dois motivos, existem reflexões que ele aborda nas entrelinhas e que faz o leitor pensar depois de um tempo, e isopor si só já é suficiente. O outro motivo é que não vai ser total perda de tempo saber o desfecho para pelo menos gostar ou desgostar.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Carnaval, de Luiza Trigo [RESENHA]

4 comentários:
Autor: Luiza Trigo
Editora: Rocco Jovens Talentos
ISBN: 978-85-7980-105-1
Páginas:152

Sinopse: Gabi decide passar o carnaval com as primas no Recife: praias, música, amigos, sol, diversão... A receita ideal para Gabriela curar a dor de cotovelo depois de ver o ex-namorado beijando uma garota. Para falar a verdade, ela nem gostava mais dele, e era capaz de enumerar seus defeitos sem pestanejar; mas vê-lo assim aos beijos mexeu com o coração da menina. Decidida a esquecer o ex de uma vez, Gabi faz as malas e deixa o Rio para uma semana de muita curtição no Nordeste. Ela só não contava com a possibilidade de se apaixonar de verdade em pleno Carnaval! Carnaval conta a história de Gabi, Felipe, Pedro, Juju e Bel, e de um Carnaval inesquecível emoldurado pelas belezas de Pernambuco. Em meio a festas animadas, shows, esticadas até Porto de Galinhas e deliciosos mergulhos e banhos de piscina, Gabi acaba se envolvendo com Pedro, um garoto superfofo e gente boa. Mas quem vai mexer de verdade com o coração da menina é Felipe, pena que ele não esteja solteiro... Apesar das confusões à vista, a química entre Gabi e Felipe é mais forte, e os dois vivem um intenso amor de carnaval. Mas será que esse amor tem chances de sobreviver ao tempo e à distância, quando a quarta-feira de cinzas chegar, e com ela os últimos dias da viagem de Gabi? Carnaval é um romance juvenil com o qual qualquer adolescente vai se identificar.

Eu li  e resenhei esse livro no início do ano, depois que ganhei ele numa promoção no twitter (a única vez que eu tive alguma sorte pra essas coisas rsrsrs), e agora eu resolvi postar essa resenha para falar desse livro, pequeno, mas perfeito!